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Folha de S.Paulo conquista o Grande Prêmio CNT de Jornalismo 2022

Um dos jurados do prêmio foi Presidente da AGERGS, Phd em Transportes, Luiz Afonso Senna

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Matéria sobre o Prêmio CNT de Jornalismo, quando o Presidente da AGERGS, Luiz Afonso Senna foi um dos jurados.
O Grande Prêmio desta edição foi para a série de reportagens “A farra das pavimentações da Codevasf” - Foto: Ascom Agergs
Por ASCOM AGERGS com informações da CNT

Os vencedores do Prêmio CNT - Confederação Nacional do Transporte - de jornalismo 2022 foram revelados na quinta-feira (10). O Grande Prêmio desta edição foi para a série de reportagens “A farra das pavimentações da Codevasf”, de Flávio Ferreira, Mateus Vargas e Guilherme Garcia, da Folha de S.Paulo. O trabalho, que garantiu uma premiação de R$ 60 mil, revelou dribles licitatórios e indícios de corrupção em meio a esquemas com empresa de fachada e direcionamentos na Codevasf, além de descontrole em relação a R$ 4 bilhões na estatal. A apuração durou quatro meses e aliou jornalismo de dados, investigação política e orçamentária em São Paulo e Brasília e apurações de campo no Maranhão e no Tocantins.

Os vencedores foram avaliados pelo corpo de jurados do Prêmio, que, neste ano, foi composto por: Luiz Afonso dos Santos Senna, PhD em Transportes e conselheiro-presidente da AGERGS (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul); Caio Quero, editor chefe da BBC Brasil; Daniel Rittner, repórter especial do Valor Econômico; Gustavo Uribe, colunista de política da CNN Brasil; Rodrigo Orengo, diretor executivo de jornalismo da Band Brasília. 

Os vencedores das outras categorias recebem R$ 35 mil cada um. São eles: “Desafios do transporte público de Guarapuava”, de Cléber Moletta Gomes, da Rádio Cultura FM - Guarapuava (PR), na categoria Áudio; “A ausência de asfalto em 88% das estradas brasileiras isola comunidades inteiras no interior do país”, de Igo Estrela, do portal Metrópoles, na categoria Fotojornalismo; “A licitação superfaturada de ônibus escolares do FNDE”, de André Shalders, do Estado de S. Paulo, na categoria Impresso; “O progresso passou e se esqueceu de mim, na categoria Internet”, de Mirelle Pinheiro, do portal Metrópoles, na categoria Internet; “Setor de transporte busca tecnologias além do motor elétrico para zerar emissões”, de Luciana Dyniewicz, do Estado de S. Paulo, na categoria Meio Ambiente e Transporte; “A Máfia no transporte”, de Chico Regueira, na categoria Vídeo.



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